Publicado por: casasdocereal | Maio 4, 2009

Castanha da Índia

castanha  

    A castanha da índia (Aesculus hippocastanum), planta originária da Grécia e Ásia Ocidental, aumenta o tônus e a resistência das veias e diminui a fragilidade capilar.

    Um poderoso agente contra diversos males decorrentes da má circulação sanguínea, a castanha da índia é um produto que apresenta grandes resultados como coadjuvante nos tratamentos de varizes e hemorróidas, ação vasoscunstrutora e aumenta a resistência dos vasos capilares e reduz inflamações, diminuindo, consequentemente, o desconforto e a dor, inclusive nas flebites.

Contra-Indicações: Gravidez, lactação, pacientes com doença renal ou hepática prévia.

Publicado por: casasdocereal | Março 5, 2009

ALECRIM

rosmarinus_officinalisO alecrim é originário da Costa do Mar Mediterrâneo. É também conhecido pelo nome de “Rosmarinus” que lembra a denominação latina “ros marinus” – “rosa do mar”.

Para os romanos esta planta simbolizava o amor e a morte e por isto era plantada próximo à soleira das portas das casas. A igreja católica também o usava nos seus rituais, queimando-o como incenso.

Até hoje diz-se que o alecrim é um excelente amuleto contra o “mal olhado”.

Na culinária é recomendado para carnes de porco, cabrito carneiro e peixe. É usado também para aromatizar vinagres e óleos.

Observação: Por ter um sabor muito forte, deve ser usado com moderação.

CURIOSIDADE

Alguns raminhos de alecrim jogados sobre as brasas enquanto se faz churrasco, deixa a carne com um aroma delicioso.

Tanto o ramo quanto suas folhas longas podem ser adicionadas às comidas. Sempre devem ser retiradas do prato antes deste ser servido. Excelente ingrediente para carnes, como cordeiro, frango assado, vitela, porco, carne vermelha e peixes.

  • Indicações: Reumatismo, depressão, cansaço, gases intestinais, debilidade cardíaca, inapetência, cicatrização de feridas.
  • Propriedades: Estimulante, anti-espasmódico, vasodilatador, anti-séptico e digestivo.
  • Partes usadas: Flores e folhas
Publicado por: casasdocereal | Setembro 29, 2008

Ginkgo Biloba

Ginkgo Biloba


   Ginkgo biloba, é uma das árvores mais antigas que se tem notícia, com registros fósseis datando de mais de 250 milhões de anos atrás. Charles Darwin se referiu à ginko biloba como “fóssil vivo” e ilustrações da época dos dinossauros freqüentemente incluem árvores de ginkgo biloba.

   Por um tempo, foi considerada extinta, mas redescoberta no século XVII no Japão. Sementes foram levadas para a Europa e mais tarde, para a América do Norte e hoje é possível encontrar árvores de ginkgo biloba no mundo inteiro.

   Uma das características da ginkgo biloba é sua extrema resistência a fatores ambientais adversos como poluição, pragas, poluição e até mesmo resistência à radioatividade. Por esse motivo, pode ser usada como decoração em áreas urbanas.

   É o suplemento mais popular para problemas de memória no mundo. Ginkgo Biloba é a erva mais estudada do mundo e demonstrou em diversos estudos produzir efeitos positivos na memória, concentração e retenção. Além dos efeitos na memória, ele também se mostrou ser um potente antioxidante, que ajuda a retardar o processo de envelhecimento. Os efeitos de Ginkgo Biloba estão associados a um aumento da circulação para o cérebro e também podem exercer uma ação protetora nas células nervosas. Ginkgo Biloba regula o tônus e elasticidade dos vasos sanguíneos, dessa forma fazendo a circulação ficar mais eficiente.

   A capacidade de levar sangue rico em nutrientes e oxigênio pelo corpo, até aos menores capilares do cérebro, é razão pela qual o Ginkgo Biloba ganhou a reputação que tem de melhora cognitiva, com benefícios na atenção, foco e memória.

   Estudos demonstraram que a capacidade do ginkgo biloba melhorar o fluxo sanguíneo não depende da idade. O papel de ginkgo biloba como potente antioxidante do cérebro e sua habilidade de aumentar os níveis de dopamina (um composto químico presente no cérebro que melhora a habilidade de transmitir informação) deixa claro que não se trata apenas de um suplemento para idosos.

   Segundo Dr. Keith Wesnes, que conduziu um dos estudos, “estes resultados sugerem que indivíduos funcionando em um ambiente exigente e de ritmo acelerado podem melhorar suas habilidades para processar e reter novas informações e trabalhar com melhor eficiência mental.”

Contra Indicações ,reações adversas, efeitos colaterais e precauções:
Podem ocorrer distúrbios gastrintestinais e, especialmente em casos de predisposição alérgica, transtornos circulatórios, Incluindo queda de pressão arterial, cefaléia ou reações cutâneas.
Pacientes com distúrbios de coagulação ou em terapia com anticoagulantes em doses elevadas.

Interações medicamentosas ou com alimentos:
Não há casos de interações com outros medicamentos, podendo haver administração concomitante de agentes antianginosos, uricosúricos, hipoglicemiantes orais e anticoagulantes. Pacientes com distúrbios de coagulação devem ser cuidadosamente acompanhados pelo médico.

Restrições ou cuidados que devem ser considerados:
Nos normotensos, verifica-se uma perfeita estabilidade tensional; já nos hipertensos se verifica muitas vezes uma baixa, discreta e progressiva, dos valores tensionais.

Posologia:
A doese recomendada é de 1 cápsula de 80 mg, duas vezes ao dia, ou a critério médico. O produto deve ser consumido, preferencialmente durante as refeições.

Gravidez e lactação:
Não deve ser utilizado durante a gestação e lactação devido à ausência de estudos clínicos nessas condições.

Superdosagem:
Os sintomas característicos de superdosagem são: irritabilidade, agitação, diarréia e vômito. No caso de sintomas de superdosagem procurar orientação médica.

   Para o cérebro funcionar adequadamente, é necessário que ele receba um suprimento constante de oxigênio e nutrientes pelo sangue. Qualquer disfunção que interrompa o fluxo sangüíneo pode provocar um efeito profundo na função mental. Se essa disfunção ocorrer cronicamente por muitos anos devido à arteriosclerose, o resultado é freqüentemente perda da função cognitiva e demência, incluindo lapsos de memória, perda de concentração, habilidade intelectual diminuída, visão deficiente, ansiedade, perda de equilíbrio e vertigem.

   Fluxo sangüíneo deficiente também pode provocar dores de cabeça, depressão, confusão e , no caso mais severo, acidente vascular cerebral.
Os bioflavonóides do Extrato de Ginkgo Biloba apresentam uma atividade biológica mais forte dos que a maioria dos demais bioflavonóides e parecem ter afinidade específica pelos capilares do cérebro. Suas funções incluem:
1- Dilatação de vasos sanguíneos.
2- Aumento do conteúdo de oxigênio no sangue.
3- Melhora da neurotransmissão.
4- Melhora da função cognitiva.
5- Inibição do fator de agregação plaquetária (PAF).
6- Melhora do metabolismo cerebral.
7- Combate aos radicais livres.
8- Proteção contra retinopatias.

Publicado por: casasdocereal | Setembro 10, 2008

A Sinusite e a Buchinha do Norte

Sinusite 

Informações sobre a doença:

   Entre as várias doenças que afetam as vias respiratórias, a sinusite é uma das mais complexas pois afeta os seios da face (cavidades existentes dentro dos ossos faciais).
A cabeça pesada, a dificuldade de abertura dos olhos, e a respiração difícil são os sintomas mais comuns.
   A sinusite nada mais é que a inflamação destes seios da face. Essas cavidades são preenchidas por ar e se comunicam com o nariz através de pequenos canais.
Quando um desses canais fica obstruído, sofre acúmulo de secreção purulenta e a mucosa que reveste os seios incha. Está desencadeando um processo inflamatório.
Adultos e crianças sofrem desse mal indiscriminadamente.

Sintomas:
   A doença pode ser confundida com uma simples gripe pela semelhança dos sintomas.
São comuns as tonturas, febre, perda de apetite, dores fortes e pulsáteis nos ossos da face, olhos avermelhados e lacrimejantes, nariz com secreção verde e amarela em grande quantidade e com cheiro forte. Algumas pessoas são mais susceptíveis à sinusite quando há mudança brusca de temperatura, passando de quente para frio. Isso independe de fatores genéticos.

Buchinha do Norte (Luffa Operculata):

   A Buchinha do Norte é indicada para tratamento de sinusites como um remédio natural. É só fazer um chá com uma buchinha: Ferva a água e coloque uma buchinha no copo, despeje um pouco de água fervente, tampe o copo e deixe esfriar, depois de bem fria, pingar umas gotas em cada narina pelo menos 1 vez ao dia.

  Tomar cuidado para não tomar o chá é tóxico, porém, para limpar as vias respiratórias é muito boa. Esta planta é nativa do Brasil, tipo trepadeira e de frutos meio que espinhentos.

   Nas Casas do cereal você encontra este chá já preparado, é só pingar nas narinas e pronto!

 

Publicado por: casasdocereal | Junho 1, 2008

MEL COM CANELA

  

   Uma mistura que deu certo: mel com canela. Segundo a revista canadense “Weekly World News“, o mel com canela cura diversas doenças, veja a lista abaixo:

1- Doenças do coração: Faça uma pasta de mel com canela e consuma com pão no café da manhã regularmente. Isso reduz o colesterol e previne doenças cardiovasculares.

2- Picadas de insetos: Misture uma colherinha de mel, duas de água morna e uma de canela em pó, faça uma pastinha e aplique sobre a picada. A dor e a coceira desaparecem em dois ou três minutos.

3- Artrite: Misture uma xícara de água quente com duas colheres de mel e uma cokherinha de canela em pó. Beber esse chá pela manhã e a noite. Quando utilizado com frequência, pode curar totalmente a artrite crônica.

4- Perda de cabelo: Misture azeite de oliva quente (o mais quente que suportar) com uma colher de mel e uma colherinha de canela em pó. Aplique a mistura no couro cabeludo e deixe por 15 minutos antes de lavar. Sua eficiência está comprovada.

5- Infecção nos rins: Beba pela manhã e a tarde uma mistura feita com um copo de água morna, duas colheres de canela em pó e uma colher de mel.

6- Dor de dente: Fazer uma pasta com uma colher de canela e cinco colherinhas de mel e aplicar no dente que está doendo até três vezes ao dia.

7- Resfriados: Para curar completamente sinusites, tosse crônica e resfriados comuns, misture uma colherada de mel morno com uma pitada de canela em pó e tomar várias vezes ao dia. Esta mistura também alivia gases no estômago, alivia indigestão e aumenta a imunidade do organismo.

8- Dor de garganta: Tomar de 4 em 4 horas uma colherada de mel misturado com meia colher de vinagre de sidra.

9- Perder peso: Diariamente, meia hora antes de deitar e meia hora antes do café da manhã, tome mel com canela fervido com uma xícara de água.

   O mel também funciona como antiinflamatório, é produzido em todos os países do mundo, não perece, só faz bem ao corpo! Utilize sempre o mel em sua alimentação!

Publicado por: casasdocereal | Maio 8, 2008

ARROZ INTEGRAL COM LENTILHAS

Ingredientes:

* 1 1/2 xícara de chá de lentilha;

* 1 xícara de chá de arroz integral;

* 2 colheres de sopa de azeite;

* 2 cebolas;

* sal a gosto.

 

Modo de preparo:

Cozinhe a lentilha até ficar macia, coloque o arroz e o sal. Se necessário, coloque mais água para terminar de cozinhar até secar bem. Corte a cebola em rodelas e refogue no azeite. Sirva em uma travessa e cubra com a cebola refogada.

Publicado por: casasdocereal | Maio 8, 2008

ASSADO DE AVEIA

Ingredientes:

* 2 1/2 xícaras de chá de aveia grossa;

* 750 ml de leite;

* 10 castanhas do Pará;

* 3 fatias de musarela;

* 1/2 cebola média;

* 1 dente de alho;

* 2 colheres de sopa de cheiro verde picado;

* 200 g de palmito picado;

* 100 g de azeitonas picadas;

* sal a gosto;

* 2 colheres de óleo.

 

Modo de preparo:

Bata no liquidificador o leite, a cebola, o alho, o óleo, a castanha e o sal. Acrescente os demais ingredientes e mexa com colher. Deixe descansar por 5 minutos para amolecer a aveia. Coloque em uma assadeira untada e asse em forno médio por cerca de 35 minutos ou até dourar.

 

Publicado por: casasdocereal | Março 17, 2008

ABC das Plantas

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Abacateiro: Usado nas doenças do fígado, rins e bexiga. Diurético, antiinflamatório, laxante e digestivo. Cistites, uretrites, edemas renais, etc.

Abutua: Má digestão, afecções hepáticas e biliares, febre, reumatismo, asma, afecções das vias urinárias, cálculos renais, distúrbios menstruais, etc.

Agoniada: Inflamações do útero, cólicas menstruais, etc.

Alcachofra: Problemas de fígado, vesícula, uréia, colesterol, diabetes, fraqueza, pressão alta, anemia, asma, diurética, digestiva, etc.

Alcaçuz: Afecções das vias respiratórias, tosse, laringite, diurética, laxante, náuseas, etc. Usar com moderação.

Alecrim: Tônico cardíaco e uterino, estomáquico, excita a bilis. Afecções hepáticas, intestinais e renais, afecções das vias respiratórias, diabetes, etc. Externamente, na forma de cataplasma, para reumatismo, feridas e úlceras. Usar com moderação.

Alfafa: Rica em vitaminas e sais minerais.Reconstituinte, raquitismo, etc.

Alfavaca: Doenças das vias respiratórias, tosses, bronquite, gripes e resfriados. Sudorífera, antifebril, diurética, cólicas, má digestão, gases, afecções gástricas e intestinais, afecções renais, etc.

Alfazema: Digestão, gases, cólicas, enxaqueca, fígado, nervosismo, tontura, gota, asma, etc. OBS: abaixa a pressão.

Angélica nacional: Tônica, estomáquica, digestiva, fígado, rins, histeria, asma, etc.

Aniz estrelado: Digestivo, estimulante gastro-intestinal. Combate a azia.

Arnica: Em uso externo para contusões, traumatismos, cortes, feridas, etc. O uso interno só com orientação médica.

Arruda: Empregada nas amenorréias, cólicas menstruais, etc.

Artemísia: Afecções gástricas, hepáticas e biliares, falta de apetite, gases, diarréias, verminoses, distúrbios menstruais, epilepsia, etc. Usar com moderação. Não é recomendada para mulheres que amamentam.

Assa-peixe: Expectorante. Empregado nas tosses, gripes, bronquites e pneumonias.

Avenca: Afecções catarrais das vias respiratórias, tosse, bronquite, laringite, etc.

Ban-chá: Indigestão, fígado, rins, bexiga, diurético, evita resfriados, acelera a circulação sanguínea e atividade cerebral. Vômitos da gravidez.

Barbatimão: Úlceras estomacal e duodenal, hemorragias, diarréias, disenterias, leucorréias, blenorragia, debilidade geral. Externamente para feridas, úlceras e cólica.

Bardana: Afecções da pele em geral (herpes, seborréia, eczema, etc), afecções das vias urinárias, cálculos renais, reumatismo, gota, afecções gástricas, hepáticas e biliares, blenorragia, etc.

Boldo-do-chile: Afecções hepáticas, má digestão, gases, prisão de ventre, inapetência, cálculos biliares, afecções gástricas, etc.

Buchinha do norte: Indicada para sinusite, fazendo-se inalação com o chá da planta. O uso interno como chá é proibido. Altamente tóxica.

Cabelo de milho: Afecções renais, dificuldade para urinar, cistite, cálculos renais, inchaço, desinfetante urinário, clareia a urina, afecções hepáticas e biliares, acnes, etc.

Calêndula: Úlceras gastroduodenais, artritismo, afecções nervosas, regulariza o ciclo menstrual. Externamente para feridas, úlceras, queimaduras, acnes, etc.

Canela: Estimulante, digestiva, antiespasmódica. Tratamento de febre, gripes e resfriados.

Camomila: Má digestão, gases, cólicas, inapetência, dores de estômago, insônia, afecções nervosas. Externamente para afecções da pele em geral, feridas, úlceras, inflamação dos olhos em geral, estomatite, gengivite, aftas, etc.

Cana do brejo: Diurética, nefrite, cálculos renais, cistites, uretrites, etc.

Carambola: Antitérmica, depurativa e hipotensora. O fruto, na forma de suco, combate a afecções febris e a hipertensão arterial.

Carapiá: Estomáquica, antidiarréica, diurética, etc. Suas raízes são usadas para gastrites, diarréias e disenterias, infecções urinárias, problemas uterinos, cólicas menstruais, dermatoses e afecções febris. É antídoto para picadas de cobra.

Carobinha: Depurativa, diurética, afecções da pele em geral, reumatismo, artritismo, afecções urinárias, doenças venéreas, etc. Externamente para amigdalite, faringite, estomatite, feridas, úlceras, etc.

Carqueja: Afecções gástricas, intestinais, hepáticas e biliares. Má digestão, icterícia, cálculos biliares, diabetes, afecções urinárias, verminose, febre, reumatismo, gota, feridas, úlceras, doenças venéreas, etc.
Casca d’anta: Estomáquica, diurética, má digestão, diarréias, fraqueza, anemia, etc.

Cáscara sagrada: Laxativa, indicada no tratamento da prisão de ventre.

Castanha da Índia: Indicada para varizes, dor e peso nas pernas, flebites, hemorróidas e problemas vasculares periféricos em geral.

Catuaba: Tônico nervoso, estimulante, afrodisíaco, impotência, sono agitado, memória fraca, etc.

Cavalinha: Diurética. Ácido úrico, gota. Chá remineralizante, elasticidade da pele, previne estrias, regras excessivas, hemorragia uterina, etc.

Centella asiática: Utilizada na prevenção e tratamento de celulite, gordura localizada e varizes.

Chá-de-bugre: excelente para combater obesidade, edemas e inchaços. Fortemente diurético, elimina o ácido úrico. Artrite.

Chapéu de couro: Depurativo, diurético. Reumatismo, artritismo, gota, ácido úrico, colesterol, edema, arteriosclerose, afecções das vias urinárias, dermatoses, erupções cutâneas, picadas de cobra, fígado, convalescenças, etc.

Cidreira: Afecções febris, excitação nervosa, dores em geral, problemas de estômago, espasmos musculares, cólicas, etc.

Cipó-cabeludo: Afecções das vias urinárias (nefrite, pielonefrite, pielite, uretrite, cistite, albuminúria), reumatismo, diarréias, nevralgias, etc.

Cipó-cruz: Diurético, purgativo, combate inchaço, blenorragia, bronquite, laringite, reumatismo, sífilis. Usado ainda para neutralizar o veneno de cobras. Tóxico em altas doses.

Cipó-prata: Poderoso diurético, favorece a eliminação do ácido úrico. Afecções renais, urina presa, dores renais, etc.

Cipó-suma: Depurativo. Útil em dermatoses (eczemas, furunculoses, urticária, etc), em doenças exantemáticas (sarampo, rubéola, escarlatina, varicela, herpes simples e zoster, etc), em doenças venéreas, reumatismo e coqueluche, além de ser um laxativo suave.

Confrei: Antiinflamatório e cicatrizante. Externamente para feridas, cortes, queimaduras, fraturas ósseas, hemorróidas, etc. O uso interno foi desaconselhado pelo Ministério da Saúde.
Cordão-de-frade: Afecções respiratórias, urinárias, ácido úrico, má digestão, gases, hemorragia uterina, etc.

Dente-de-leão: Hemorróidas, diabetes, afecções hepáticas, biliares e renais, anemia, etc.
Douradinha: Afecções urinárias, cistites, urina presa, reumatismo, doenças da pele em geral, úlceras, tumores, etc.

Embaúba: Afecções das vias respiratórias, debilidade cardíaca, problemas urinários, mal de Parkinson, diabetes, pressão alta, etc.

Emburana: Usada principalmente para problemas digestivos como gases, má digestão.

Erva-de-bicho: Hemorróidas, hemorragias internas, diarréia, blenorragia, nervosismo, cólicas, nevralgias, catarros, afecções das vias urinárias, problemas de pele em geral. Externamente hemorróidas, feridas, úlceras, abscessos, furúnculos, queimaduras, etc.

Erva-doce: Azia, vômitos, mau-hálito, gases, cólicas, vertigem, diurético, expectorante, aumenta a secreção do leite. Usar com moderação.

Erva-de-Santa Maria: Verminose (máximo três xícaras por dia). Afecções das vias respiratórias, digestivas, circulatórias, nervosismo, insônia, espasmos musculares, palpitações, etc. Externamente p/ machucaduras, contusões, equimoses, etc.
OBS: Tóxica em altas doses. Usar com moderação.

Espinheira-Santa: Problemas estomacais, má digestão, hiperacidez, acalma as dores de estômago, gastrite, úlceras e feridas.

Eucalipto: Afecções das vias respiratórias (gripe, bronquite, asma, coqueluche, tuberculose, etc.) Sinusite, rinite, cistite, nefrite, diarréia, disenterias, febres, diabetes. Externamente p/ úlceras e feridas como anti-séptico e cicatrizante, ou por inalação. Usar com moderação.

Funcho: Estimulante, digestivo, vômitos, cólicas, diarréias, bronquite, pneumonia. Usar com moderação.

Garra do diabo: Possui ação antiinflamatória, sendo amplamente utilizada no combate à artrite, gota e reumatismo.

Ginseng brasileiro: Combate o desanimo e o cansaço. Sua composição rica em vitaminas e sais minerais melhora a resistência do organismo ao stress e à fadiga.

Graviola: Suas folhas são utilizadas para disenterias, cólicas intestinais, tosse e bronquite. Tem efeito diurético, antiinflamatório, anti-reumático, antiespasmódico e antitussígeno.

Guaco: Afecções respiratórias (gripe, tosse, rouquidão, coqueluche, bronquite, etc), reumatismo, gota, artritismo, nevralgias, afecções febris, picada de cobra, etc.

Guassatonga: Depurativo, cicatrizante, hemorragias, febres, reumatismo, eczemas, sarnas, úlceras, feridas, etc.

Hamamelis: Varizes, flebites, hemorróidas, úlceras varicosas, hemorragias, etc.

Hortelã-pimenta: Problemas digestivos, gases, vômitos, cálculos biliares, cólicas abdominais, hepáticas e renais, cólicas uterinas, verminoses, tosse, laringite, palpitações, insônia, etc.

Ipê-roxo: Cicatrizante, estomatite, impigens, sarna, corrimento, infecções renais, úlceras, etc.

Jaborandi: Sudorífero, excitante, cólicas hepáticas e intestinais, caxumba, hemorragia, nervosismo, etc. Externamente para queda de cabelos.

Jambolão: Seu maior emprego é no tratamento de diabetes.

Jasmim arabicum: Diurético, edema, inchaços, ácido úrico, artrite, obesidade, etc.

Jatobá: Sua casca é utilizada para cistites aguda ou crônica, prostatite, blenorragia e diarréia, além de ser adstringente, peitoral, vermífuga e estomáquica.

João da Costa: Utilizado para cólicas uterinas, inflamações do útero e ovários, corrimento, cólicas menstruais. Auxilia ainda nas dores reumáticas e articulares.

Jurubeba: Afecções hepáticas, hepatite, icterícia, febres, inapetência, má digestão, debilidade geral, diabetes, cistite, anemia, tumores abdominais e uterinos, etc.

Linhaça: Laxativo, desinfetante, inflamação da bexiga e do reto, catarros da garganta, rouquidão, tosse seca, úlcera, etc.

Losna: Afecções gástricas e hepáticas, gases, inapetência, cólicas abdominais, diarréia.
OBS: Não ingerir o suco da planta. Use o chá com moderação.

Macela: Disfunções gástricas e digestivas, inapetência, diarréia e disenterias, distúrbios menstruais e dores de cabeça.

Malva: Tosse, bronquite, coqueluche, diarréia, anemia, eczema, diabetes, etc.

Mama-cadela: Depurativa. Combate o vitiligo, reumatismo, doenças da pele em geral, intoxicações crônicas. Para vitiligo pode ser usada na forma de chás ou externamente, na forma de tintura, associada ao cipó-de-são-joão. Aplica-se esta tintura sobre as manchas a cada dois dias, evitando-se o sol excessivo nestes dias.

Mangerona: Problemas estomacais, aperiente, digestiva, cólicas, gases, histeria. Externamente, na forma de cataplasma, pode ser usada para feridas, contusões, queimaduras e dores reumáticas.

Manjericão: Estomáquico, antiespasmódico, antidiarréico, diurético, antitussígeno. Vômitos, cólicas intestinais, cólicas menstruais, cistites, gripes, tosse, bronquite. Externamente, na forma de gargarejos, para amigdalites, faringites, gengivites, estomatites (aftas).

Maracujá: Ansiedade, irritabilidade, insônia, nervosismo, gota, artrite, erisipela, hemorróidas, etc.

Marapuama: Tônico nervoso, afrodisíaco. Estimulante dos nervos nas depressões, esgotamento, impotência.

Mastruço: Ver erva-de-santa-maria.

Melissa: Tônico do sistema nervoso, nervosismo, histeria, insônia, dores de cabeça, enxaqueca, falta de apetite, indigestão, prisão de ventre, gases, cãibras nervosas, palpitações, vômitos, debilidade do coração, menstruações difíceis, etc.

Mulungu: Calmante, insônia, bronquite asmática, inflamações fígado e baço.

Noz moscada: Seu principal uso é nas afecções digestivas, gases, azia, etc.

Pacová (banana): Os frutos bem maduros auxiliam no tratamento de nefrites, gota, problemas hepáticos e digestivos, gastrite, cólicas, prisão de ventre, etc. O chá de banana-maçã verde combate a diarréia e disenterias. A seiva, usada topicamente, cura úlceras e ingerida cura a tuberculose. A parte interna da casca pode ser usada para queimaduras e ferimentos como cicatrizante.

Parietária: Retenção de líquidos, edemas, urina escassa, inflamações das vias urinarias, palpitações cardíacas com falta de ar, dores na região do coração, angústia, zoada nos ouvidos, etc.

Pariparoba: Afecções das vias urinárias, gástricas e hepáticas, debilidade orgânica geral, dores de estômago, azia, gonorréia, úlceras, epilepsia, etc.

Pata-de-vaca: Diabetes, afecções renais e urinárias, urina solta, elefantíase, tosse, bronquite, etc.
Pau-ferro: Depurativo. Usado para diabetes, gota, reumatismo, sífilis e afecções pulmonares.

Pau-pereira: Digestivo, estomacal, prisão de ventre.

Pedra-hume-kaa: Usada no tratamento de diabetes. Considerada a insulina vegetal. Deve ser usada regularmente.

Picão-branco: Gases, cólicas, tosse, reumatismo, febres em geral.

Picão-preto: Hepatite, icterícia, leucorréia (corrimento), diabetes, verminose, disenterias.
Gargarejos para amigdalites e faringites. Em uso externo para úlceras e feridas.

Poejo: Afecções gastro-intestinais, flatulência (gases), afecções respiratórias (tosses, catarros, coqueluche, bronquite, etc), distúrbios menstruais, debilidade geral e do sistema nervoso, insônia.

Porangaba: Excelente diurético. Retenções de liquido, pés e pernas inchadas, auxiliar nos regimes de emagrecimento.

Quebra-pedra: Cálculos renais e biliares, cólicas renais, cistite, ácido úrico, problemas estomacais, falta de apetite, diabetes. Usar por tempo prolongado mas com moderação.

Quina: Estomacal, falta de apetite, má digestão, gases, anemia, raquitismo, convalescenças, febres palustres, etc.

Raiz de lótus: Indicada para bronquite, asma, gripes e resfriados, inclusive tosses de origem alérgica provocadas por agentes irritantes como fumo e poluição.

Rosa branca: Adstringente, laxativa, calmante e digestiva. Tísica pulmonar, vômitos de sangue, diarréia, estomatite (sapinho), disenterias, corrimento, laringite, úlceras, conjuntivite, etc.

Ruibarbo: Amargo, adstringente, eupéptico e tônico. Digestões difíceis, fastio. Usar com moderação. Contra indicado na gravidez e cálculos.

Sabugueiro: Sudorífero, diurético, depurativo, gripe, resfriado, tosse, sarampo, etc.

Salsaparrilha: Depurativo, diurético, afecções da pele em geral, eczemas, urticárias, feridas, úlceras, cálculos renais, dificuldade para urinar, reumatismo, artrite, gota, doenças venéreas, inapetência, distúrbios digestivos, etc. Usar com moderação.

Salvia: Tônica, estimulante, má digestão, regulariza o ciclo menstrual, febrífuga, corrimentos, vômitos, fraqueza do estômago, gripe, reumatismo, infecções da boca, aftas, amigdalite, úlceras varicosas, tosse, bronquite, diminui a lactação, etc.

Sassafrás: Depurativa e sudorífera. Doenças da pele em geral, dermatoses, artrite, gota, reumatismo, sífilis.

Sene: Laxante, gases. Usar com moderação. Contra indicado na colite.

Sete-sangrias: Afecções da pele em geral (eczema, feridas, úlceras, furúnculos, etc).
Reumatismo, febre, doenças venéreas, arteriosclerose, hipertensão, palpitações, colesterol, etc.

Sucupira: Tônico, depurativo. Reumatismo, feridas, úlceras, eczema, etc.

Tanchagem: Tosse, catarros, bronquite, febre, diarréia, hemorragia, problemas de pele em geral, reumatismo, gota, diurética, laxativa, hemorróidas, caxumba, dores de dente, gripe, úlceras da garganta e língua, incontinência noturna de urina, cólica infantil, etc. Combate o vício de fumar.

Taiuiá: Diurético, depurativo, reumatismo, artritismo, úlceras.

Unha de gato: Inflamações em geral, amigdalites, rinite, sinusite, artrite, reumatismo, abscessos, furúnculos.

Uva-ursi: Diurética. Inflamações renais, cistites, tosses, hipertrofia da próstata.

Valeriana: Um dos melhores calmantes do reino vegetal. Histeria, angústia, neuroses, cólicas, etc.

Velame: Depurativo, reumatismo, eczema, alergia, afecções urinárias, etc.

Zedoária: Combate o mau hálito provocado por problemas estomacais, azia, má digestão, prisão de ventre, cólica e gases intestinais. Diurético, ativa a circulação, desintoxica o organismo, regulariza a pressão arterial e auxilia no tratamento de gota.

fonte: http://www.passiflorasumare.com.br/plantas.htm


Publicado por: casasdocereal | Janeiro 19, 2008

CHÁ VERDE

cha-verde.jpg   Conta uma lenda chinesa que no ano 2737 a.C., o imperador Shen Nung descansava sob uma árvore quando algumas folhas caíram em uma vasilha de água que seus servos ferviam para beber. Atraído pelo aroma, Shen Nung provou o líquido e adorou. Nascia aí, o chá.     

     É bem provável que essa história nem seja verdadeira, mas dá um ar romântico à origem de uma bebida conhecida mundialmente. Esta lenda é divulgada como a primeira referência à infusão das folhas de chá verde, provenientes da planta Camellia sinensis, originária da China e da Índia. Na verdade, o primeiro registro escrito sobre o uso do chá data do século III a.C. O tratado de Lu Yu, conhecido como o primeiro tratado sobre chá com caráter técnico, escrito no séc. VIII, durante a dinastia Tang, definiu o papel da China como responsável pela introdução do chá no mundo.     

     No início do séc. IX, a cultura do chá foi introduzida no Japão por monges budistas que levaram da China algumas sementes. A cultura teve êxito e desenvolveu-se rapidamente. O chá experimentou nestes dois países – China e Japão – uma evolução extraordinária, abrangendo não só meio técnico e econômico, mas também os meios artísticos, poéticos, filosóficos e até religiosos. No Japão, por exemplo, o chá é protagonista de um cerimonial complexo e de grande significado.     

     A chegada do chá à Europa não foi rápida. As referências mais antigas que se encontram na literatura européia a respeito do chá são atribuídas a Marco Pólo, no relato da sua viagem, e ao português Gaspar da Cruz, que teria citado o chá numa carta dirigida ao seu soberano. Já a sua introdução no continente europeu ocorreu no início do séc. XVII, em função do comércio que então se estabelecia entre a Europa e o Oriente. Ao que parece, foram os holandeses que levaram pela primeira vez o chá à Europa, intensificando o seu comércio, mais tarde desenvolvido pelos ingleses.    

     Na Inglaterra, o seu consumo difundiu-se rapidamente, tornando-se uma bebida muito popular. Essa popularidade estendeu-se aos países com forte influência inglesa, primeiramente nos Estados Unidos, depois na Austrália e Canadá. Hoje, o chá é a bebida mais consumida em todo o mundo.

O que é o chá    

     O chá é proveniente das folhas da Camellia sinensis. Atualmente, cerca de 3 mil produtos levam o nome de chá mas, na verdade, podem ser considerados chás mesmo, somente aqueles que tenham em sua composição a planta Camellia sinensis. Ou seja, aqueles que nós chamamos de chá de hortelã, erva-cidreira e outros são, para sermos mais corretos, tisanas ou infusões.     

     A partir das folhas da Camellia sinensis é possível obter diferentes tipos de chá e, dependendo do tipo de tratamento a que são sujeitas, dividi-los nas seguintes categorias:

Verde – As folhas vão para a secagem após a colheita. Seu sabor é um tanto amargo. As folhas são apenas passadas pelo calor, imediatamente após colheita, evitando, assim, a fermentação. O chá Gyokuro (gotas de orvalho), do Japão, é considerado um dos melhores – suas folhas são cobertas com tela antes da colheita e, assim, preservam a clorofila e perdem tanino, ficando adocicadas.

Preto – As folhas sofrem um processo de fermentação que confere ao líquido um tom avermelhado escuro e um sabor intenso. As folhas são colocadas em tanques fechados até fermentarem. Depois elas são aquecidas e desidratadas.

Oolong – Sofre um processo de fermentação muito curto. Uma secagem rápida é feita logo após a colheita. Depois as folhas vão para um tanque, para fermentar, mas o processo é interrompido no início. O sabor é suave. Este chá é o menos comum no mundo ocidental.

Aromatizados – Qualquer chá, independentemente do tratamento pelo qual tenha passado, pode receber a adição de outras folhas, frutas secas ou flores, cujo sabor se mistura com o seu.

As mil e uma virtudes do chá verde    

     As virtudes medicinais do chá são de conhecimento milenar, especialmente seu efeito estimulante. Mas hoje, a ciência está comprovando suas propriedades terapêuticas e cosméticas. E isso está acontecendo com o chá verde (também conhecido como banchá), considerado atualmente um aliado da saúde por ser rico em flavonóides – substâncias antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular precoce. Também está comprovado que o chá verde ajuda a diminuir as taxas de colesterol e ativa o sistema imunológico. A Sociedade Brasileira de Médicos Antroposóficos vai mais além e defende que consumir chá verde regularmente ajuda a prevenir alguns tipos de câncer, artrose, aterosclerose e outras doenças degenerativas. As virtudes do chá verde na prevenção do câncer vêm do fato de que ele é rico em bioflavonóides e catequinas, substâncias que bloqueiam as alterações celulares que dão origem aos tumores.     

     Além de conter manganês, potássio, ácido fólico e as vitaminas C, K, B1 e B2, ajuda a prevenir doenças cardíacas e circulatórias por conter boa dose de tanino: o consumo diário desse chá diminui as taxas do LDL (colesterol que faz mal à saúde) e fortalece as artérias e veias.     

     Mas as boas notícias não acabam aí: está comprovado que o chá verde acelera o metabolismo e ajuda a queimar gordura corporal. Um dos estudos foi realizado na Suíça com três grupos de pessoas que seguiram a mesma dieta. O resultado: o grupo que recebeu chá verde teve aumento de 4% na velocidade de combustão das calorias no organismo e de 5% na queima de calorias em relação aos outros dois grupos pesquisados. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, demonstrou que extrato de chá verde – que possui altas concentrações de antioxidantes como catequina, polifenóis e muitos outros compostos incluindo cafeína – pode aumentar a utilização de energia muito acima dos efeitos da cafeína pura.     

     Pesquisadores acreditam, ainda,que o hábito de beber chá em vez de café é um dos fatores responsáveis pelo menor índice de infarto em países do Oriente. E como se não bastasse, comprovou-se também que as substâncias presentes no chá verde ajudam a prevenir cáries, têm ação antiinflamatória e antigripal, ativam o sistema imunológico e regeneram a pele. Os princípios curativos e regeneradores da Camellia sinensis enriquecem os cosméticos que prometem recuperar o viço da pele e dos cabelos. Tanto que as indústrias de cosméticos incluem os extratos das folhas em fórmulas de produtos como cremes e loções. Substâncias presentes na Camellia sinensis também dissolvem gorduras e são eficazes no tratamento de celulite e gordura localizada.     

     E para e pele mais um benefício: por ser rica em tanino, substância com propriedades anti-séptica e adstringente, a planta é indicada também para limpar e equilibrar peles oleosas. Na edição de 3 de março de 2004, a Revista Veja publicou uma matéria anunciando a mais recente novidade que aumenta a lista de benefícios do chá verde. Ainda na área da dermatologia, a novidade é que o chá verde pode proteger contra os efeitos nocivos do sol. Segundo a revista, “o assunto foi um dos mais comentados do último congresso da Academia Americana de Dermatologia, por causa de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Nova Jersey”. Eles descobriram que o chá, transformado em creme, melhora o sistema de defesa das células da pele contra os raios ultravioleta do tipo B, aqueles responsáveis pelo vermelho-pimentão. Ao reduzir a inflamação causada por essa radiação, o chá verde aumentaria a proteção contra o câncer de pele. A descoberta pode ser o ponto de partida para a produção de uma nova família de loções.

A planta, como ela é…    

     Planta perene, do tipo arbustiva, a Camellia sinensis pertecente a família das Teáceas (Theacea). Originária do sudeste asiático, a planta produz economicamente por mais de 50 anos. No Brasil o arbusto é cultivado principalmente na região do Vale do Ribeira, no Estado de São Paulo, onde é utilizado para fazer chá preto.     

     A propagação da planta se dá preferencialmente pela via vegetativa, ou seja, por meio de estacas. A estaca para reprodução deve possuir uma folha desenvolvida e sua respectiva gema auxiliar com 3 a 4 cm. A extremidade do ramo deve ser cortada em bisel, isto é, na diagonal.     

     As folhas mais jovens e os gomos da Camellia sinensis – parte da planta utilizada na produção do chá comercial – são cobertos por uma fina cobertura branca e sedosa, semelhante a uma penugem que, mais tarde, desaparece. Ao que se sabe, é esta cobertura que dá origem ao nome pelo qual é conhecido o gomo terminal: “pekoe”, da palavra chinesa pak-ho, que significa cabelo ou penugem.     

     As flores da planta são pequenas, brancas, geralmente com 4 ou 5 pétalas, aromáticas e aparecem nas axilas das folhas em grupos de 2, 3 ou 4. O fruto é uma cápsula com 2 ou 3 cm de diâmetro. Dada a grande dispersão que a planta sofreu desde o início do seu cultivo até aos nossos dias e a livre hibridação entre os vários tipos geográficos, não tem sido fácil para os botânicos a descrição das variedades existentes.     

     E para quem pretende saborear esta bebida que já esta sendo considerada medicinal, vale lembrar: até a simplicidade do chá não dispensa alguns pequenos cuidados especiais. Recomenda-se guardá-lo bem acondicionado em local fresco e seco e, na hora do preparo, passar água fervente no bule e nas xícaras Para o chá verde, especialistas aconselham que a água esteja um pouco abaixo da fervura e, de preferência, nada de acrescentar açúcar. Preparar a bebida é simples: faça uma infusão com uma colher de sopa rasa da erva para cada xícara de água “quase” fervente.

Fonte: http://www.jardimdeflores.com.br/sinergia/S08chaverde.htm

Publicado por: casasdocereal | Dezembro 17, 2007

AZEITE DE OLIVA

  

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   O azeite é um produto alimentar, usado como tempero, produzido a partir da azeitona, fruto advindo das oliveiras. Trata-se, pois, de um alimento antigo, clássico da culinária contemporânea, regular na dieta mediterrânea e nos dias atuais presente em grande parte das cozinhas.

   Além dos benefícios para a saúde o azeite adiciona à comida um sabor e aroma peculiares.

   A região mediterrânea, atualmente, é responsável por 95% da produção mundial de azeite, favorecida pelas suas condições climáticas, propícias ao cultivo das oliveiras, com bastante sol e clima seco.

Mitos e verdades na hora de escolher o azeite de oliva:
 

   A percepção das possibilidades sensoriais do azeite de oliva tem aumentado muito rapidamente no Brasil. A exemplo do fenômeno que ocorre com o vinho, cada vez mais cuidadosamente degustado pelos brasileiros, os delicados sabores do azeite de oliva, também, parecem estar despertando a atenção dos consumidores. Devido a tanto interesse, sobram artigos sobre o tema, mas falta qualidade, ou pelo menos, precisão nas informações que transmitem. De um lado, melhora-se a qualidade das embalagens, incluem-se textos descritivos dos aspectos sensoriais dos produtos, mas permanecem as velhas confusões que pouco ajudam o consumidor na busca de um produto adequado às suas necessidades nas gôndolas dos pontos-de-vendas.

O que você deve esquecer ao escolher um azeite de oliva:

Mito 1: Azeites de oliva de primeira prensagem são melhores

   Trata-se de uma informação que induz ao erro de imaginar que existe uma segunda prensagem e que a qualidade do azeite de oliva virgem vai piorando a medida que o processo progride. Na verdade, todos os azeites de oliva virgens, bons ou ruins, nos dias de hoje, resultam de uma primeira prensagem, portanto não é esse um fator que define a qualidade do produto.

Mito 2: Azeites de oliva com acidez baixa são mais gostosos ou intensos

   A acidez é um fator de classificação importante do azeite de oliva virgem, mas não serve para indicar a qualidade sensorial do produto. É impossível fazer a associação quanto menor for a acidez, mais gostoso será o azeite de oliva. O sabor e o aroma do produto é resultado de um complexo equilíbrio de pelo menos 70 compostos diferentes (cetonas, éteres, álcoois, entre outros) que são transmitidos em gradações diversas, primariamente, pela variedade e pela maturação dos frutos no momento do processamento e, secundariamente, pelo microclima e pelo solo em que a árvore está plantada. Já a acidez, que aliás nada tem a ver com o pH que aprendemos nas aulas de química, é gustativamente imperceptível. No entanto, esse índice tem um outro valor: a acidez tende a ser menor quando a coleta e o processamento das azeitonas é bem feito. Por isso é comum que bons azeites tenham acidez baixa. No entanto é possível encontrar um azeite com grau de acidez baixo, mas com pouca personalidade, pouco aroma e de sabor apagado e, também o contrário, um azeite com acidez um pouco mais alta, mas de presença marcante na boca.

Mito 3: Azeites de oliva de cor verde são mais fortes

   A cor é outro atributo que também não influi na qualidade sensorial do azeite. A cor verde é resultado da quantidade de clorofila (pigmento de cor verde) presente no produto. A clorofila transmite ao azeite de oliva, além dos tons esverdeados, notas sensoriais mais amargas. Todos os demais aspectos sensoriais não podem ser avaliados pela cor do azeite de oliva. Os mais verdes, normalmente, resultam da prensagem de frutos iniciais da colheita.

Mito 4: Azeites de oliva são saudáveis porque não têm colesterol

   As vezes encontra-se inscrito em embalagens de azeite de oliva a expressão “Sem Colesterol”. Trata-se de outro apelo que não vale muito, pois todo o alimento de origem vegetal não contém colesterol. Isso vale para a abóbora, o azeite de oliva ou o óleo de soja. Não é a ausência de colesterol que justifica a aquisição de azeite de oliva.

   Todas esses mitos não ajudam na escolha de um bom azeite de oliva. Ao contrário, diante de um mundo sensorial complexo, repleto de nuances, representam meras simplificações. Seria de fácil compreensão que bons azeites de oliva  fossem verdes, ou menos ácidos ou, ainda, extraídos de uma primeira prensagem. No entanto esse parâmetro mágico não existe, e estaremos eternamente ligados a necessidade de degustar um azeite de oliva para avaliar sua qualidade sensorial.

O que você deve lembrar ao escolher um azeite de oliva:

Verdade 1: Azeites são melhores quando jovens

   O primeiro fator de qualidade sensorial é bastante simples: a data de fabricação. O azeite de oliva, ao contrário de alguns vinhos, é tanto melhor quanto mais jovem. Apesar de não ser correto afirmar que qualquer azeite de oliva, por ser jovem, é automaticamente melhor do que outro mais antigo, um determinado azeite será sempre melhor no começo de sua vida do que no fim dela.

Verdade 2: A degustação é o único caminho de avaliação

   Bons azeites de oliva são aqueles que têm uma história sensorial para contar, são complexos, apresentam corpo, evoluem em transições sensoriais diversas e permanecem com seu retrogosto. O conjunto desses atributos manifesta uma personalidade. Por isso, degustar é a melhor maneira de estabelecer preferências. Dessa forma é um bom hábito provar uma pequena porção do produto puro logo depois da compra. Com o tempo, o seu paladar se converterá em sua bússola e deixará claro qual é a sua preferência.
 

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